Vida e Obra

1974 - 1975

 

1974

É um dos sócios fundadores do CAC (Colectivo de Acção Cultural).

Participa em Março no I Festival da Canção Portuguesa, no Coliseu dos Recreios, e em Maio no I Festival da Canção Livre, no Pavilhão dos Desportos do Porto, actual Pavilhão Rosa Mota.

 

1975

Que nunca mais Lança o LP Que Nunca Mais, que lhe vale o título de "Artista do Ano", atribuído pela revista inglesa Music Week.

Tejo que Levas as Águas
O senhor Gerente
As Balas
No Vale Escuro
Tu e Eu Meu Amor
Recado a Helena
Dona Abastança
Cantiga de Montemaior
Prá Frente

"As Balas"

"Dá Outono as uvas e o vinho
dos olivais azeite nos é dado
dá a cama e a mesa o verde pinho
as balas deram sangue derramado

Dá a chuva o inverno criador
às sementes dá sulcos o arado
no lar a lenha em chama dá calor
as balas deram sangue derramado.

Torne-se um "almocreve", levando as notícias e a mensagem a toda a nação. Faz os circuitos do partido comunista e outros espectáculos esporádicos. Vai onde ninguém ousa ir. (1975/1978).

 

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